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Trump intensifica pressão sobre Maduro e sela megainvestimento de US$ 600 bilhões com a Coreia do Sul

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Washington, 30.out.2025 – A Casa Branca ampliou sua atuação diplomática e comercial em várias frentes. Um analista do Exército brasileiro afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prepara planos para “neutralizar” o venezuelano Nicolás Maduro, enquanto, paralelamente, o governo sul-coreano acertou investir US$ 600 bilhões na economia norte-americana e aumentar a compra de petróleo dos EUA. Os dois países também concluíram um acordo para reduzir tarifas.

Movimentações no Congresso e na ONU

O Senado dos EUA aprovou a revogação de tarifas sobre produtos brasileiros; a decisão final dependerá da sanção presidencial. Na Organização das Nações Unidas, o bloqueio econômico a Cuba recebeu, pela primeira vez, apoio explícito de Argentina, Paraguai e Ucrânia.

Impasses internos em Washington

Trump lida ainda com o risco de shutdown do governo federal e busca apoio no Capitólio para substituir o Obamacare, programa de saúde aprovado na gestão anterior.

EUA e Israel alinham ações contra o Hamas

Em Israel, o premiê Benjamin Netanyahu confirmou trabalho conjunto com Washington para desarmar o Hamas na Faixa de Gaza. O governo israelense acusa o grupo palestino de tentar sabotar um plano apresentado por Trump para o futuro do território.

Segurança em foco na América do Sul

A Argentina elevou ao máximo o alerta na fronteira com o Brasil e classificou as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Após operação policial de grande porte no Rio de Janeiro, a ONU pediu que o Brasil abandone a “letalidade extrema”. Em decorrência do mesmo episódio, os Estados Unidos emitiram aviso de viagem a seus cidadãos na cidade.

Moscou exibe poderio; Pequim reprime religiosos

A Rússia apresentou o supertorpedo Poseidon, que, segundo o Kremlin, pode provocar tsunamis de grandes proporções, e promoveu um submarino nuclear em meio a críticas à “histeria militarista” na Europa. Na China, autoridades detiveram uma freira e fiéis católicos que planejavam uma peregrinação religiosa para a Europa.

A sequência de movimentos reforça o protagonismo dos Estados Unidos em disputas políticas, comerciais e de segurança em diferentes regiões do mundo.

Com informações de Gazeta do Povo