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Trump chama show de Bad Bunny no Super Bowl de “pior de todos os tempos” e fala em “afronta” aos EUA

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WASHINGTON — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente a apresentação do rapper porto-riquenho Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, realizada no domingo, 8 de fevereiro de 2026. Pela rede social Truth Social, o republicano classificou o espetáculo como “absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos”.

Trump escreveu que “ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo” e considerou a coreografia “repugnante, especialmente para as crianças pequenas que assistem nos EUA e no resto do mundo”. O presidente acrescentou que o show “não faz sentido” e seria “uma afronta à grandeza da América”, afirmando que a apresentação “não representa nossos padrões de sucesso, criatividade ou excelência”.

Críticas anteriores

Antes mesmo do evento esportivo, Trump já havia desaprovado a escolha do porto-riquenho para o tradicional show do intervalo, descrevendo a indicação como “uma escolha horrível”. Segundo o presidente, a presença do cantor influenciou sua decisão de acompanhar a partida de casa, em Palm Beach, na Flórida, em vez de comparecer pessoalmente.

A performance de Bad Bunny

Bad Bunny tornou-se o primeiro artista a se apresentar integralmente em espanhol no intervalo do Super Bowl, ocorrido em Santa Clara, Califórnia. Perto do fim do show, o cantor recebeu uma bola de futebol americano com a inscrição “Juntos, somos a América”, referência aos diversos países citados durante a apresentação, entre eles o Brasil.

Posicionamento político do artista

O rapper é conhecido por críticas às políticas migratórias do governo norte-americano. Na cerimônia do Grammy realizada recentemente, ele declarou: “Não somos selvagens, não somos animais, somos seres humanos e somos americanos”, complementando com o recado “Fora ICE”, em alusão ao Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA.

Com informações de Gazeta do Povo