O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado, 28 de fevereiro de 2026, que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto em uma operação militar conduzida em conjunto com Israel. O comunicado foi feito em vídeo e reproduzido nas redes sociais oficiais da Casa Branca.
Trump descreveu Khamenei como “uma das pessoas mais perversas da História” e disse que a ação utilizou “inteligência e sistemas de rastreamento altamente sofisticados”. O presidente norte-americano sustentou que outras lideranças iranianas também teriam sido eliminadas na operação, embora não tenha apresentado nomes ou detalhes adicionais.
Segundo o pronunciamento, a morte do aiatolá representa “a maior oportunidade” para que o povo iraniano “retome o controle do país”. Trump declarou ainda que integrantes da Guarda Revolucionária, das Forças Armadas e das forças de segurança iranianas estariam buscando imunidade junto aos Estados Unidos. “Agora eles podem ter imunidade; depois só terão a morte”, afirmou.
Apesar de mencionar a possibilidade de paz no Oriente Médio, o chefe da Casa Branca assegurou que os bombardeios de precisão continuarão ao longo da semana ou pelo tempo necessário para alcançar os objetivos estratégicos de Washington. “O país foi, em apenas um dia, amplamente destruído e até mesmo obliterado”, declarou, prometendo manter a pressão militar.
O governo iraniano não havia se manifestado oficialmente sobre as declarações de Trump até a última atualização desta reportagem.
Com informações de Gazeta do Povo