Washington, 16 de março de 2026 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste domingo (15) que pretende “muito em breve” chegar a um acordo com Cuba e que a ilha caribenha se tornará a principal preocupação de seu governo assim que o conflito com o Irã estiver solucionado.
Segundo Trump, o regime liderado por Miguel Díaz-Canel já demonstrou interesse em negociar com Washington. Caso não haja entendimento, advertiu o presidente, os EUA “farão o que for necessário” para pressionar Havana.
Escalada de pressão
As declarações ocorrem em meio ao endurecimento das sanções norte-americanas. Em janeiro, a Casa Branca impôs um bloqueio ao fornecimento de petróleo à ilha e suspendeu o envio de combustível venezuelano. Na sequência, uma ordem executiva estabeleceu tarifas adicionais a países que decidirem abastecer Cuba com recursos energéticos.
Nos últimos dias, Trump ainda sugeriu que os Estados Unidos poderiam “assumir o controle” de Cuba de maneira amistosa ou hostil, a depender do curso das negociações com o governo comunista.
Conversas confirmadas
Após meses negando qualquer contato, o governo de Havana admitiu na semana passada que mantém conversas com autoridades norte-americanas, fato citado por Trump como sinal de que um acordo é possível.
Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a eventual proposta de Washington nem sobre o cronograma das tratativas.
Com informações de Gazeta do Povo