Home / Internacional / Pentágono firma acordo com a Lockheed Martin para acelerar fabricação de mísseis de precisão

Pentágono firma acordo com a Lockheed Martin para acelerar fabricação de mísseis de precisão

ocrente 1774452868
Spread the love

O Departamento de Guerra dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira, 25 de março de 2026, um acordo com a Lockheed Martin para ampliar e agilizar a produção do Precision Strike Missile (PrSM). A medida atende à determinação do secretário de Guerra, Pete Hegseth, de fortalecer a base industrial de defesa dentro da iniciativa batizada de Arsenal da Liberdade.

Segundo o subsecretário de Guerra para Aquisições e Sustentação, Michael Duffey, o pacto foi desenhado “com rapidez e urgência” para garantir vantagem duradoura às forças norte-americanas. “Ao capacitar a indústria para investir na produção, criamos uma vantagem decisiva para que nossos combatentes superem qualquer adversário potencial”, declarou.

Pelo acordo, a Lockheed Martin investirá em ferramentas avançadas, modernização de instalações e equipamentos de teste, reduzindo prazos de fabricação e acelerando a entrega dos PrSM às Forças Armadas norte-americanas.

O documento também prevê a possibilidade de um contrato plurianual de até sete anos, condicionado à aprovação futura do Congresso dos EUA.

O Pentágono ressaltou que parcerias com empresas líderes manterão a base industrial “sólida, responsiva e capaz de oferecer velocidade, escala e resiliência” para dissuadir agressões e garantir que os Estados Unidos e aliados estejam preparados para vencer em eventuais conflitos.

A iniciativa integra a Estratégia de Transformação de Aquisições do Departamento de Guerra e os trabalhos do Conselho de Aceleração de Munições, em cooperação com o Exército e a Unidade de Defesa Econômica.

O acordo ocorre num contexto de crescente emprego desse tipo de armamento por Washington. No início de março, o Comando Central dos EUA (Centcom) relatou a estreia histórica dos PrSM em combate durante a Operação Fúria Épica contra o Irã, onde foram utilizados como mísseis de longo alcance. Em abril de 2025, o Exército já havia conduzido os primeiros testes da nova geração, projetada para substituir o sistema ATACMS, oferecendo maior alcance e letalidade.

Com informações de Gazeta do Povo