Washington/Teerã — Nesta sexta-feira, 27, os Estados Unidos e as Forças de Defesa de Israel desencadearam a Operação Fúria Épica, ofensiva aérea e cibernética que atingiu mais de 1.000 instalações iranianas com o objetivo de neutralizar sistemas militares e enfraquecer a liderança do regime em Teerã.
Como a ofensiva foi preparada
A ação recebeu aval do presidente norte-americano Donald Trump e foi conduzida pelo Comando Central dos EUA (Centcom) em parceria com militares israelenses. Antes do primeiro bombardeio, comandos Cibernético e Espacial dos EUA lançaram ataques digitais para derrubar radares e bloquear comunicações iranianas. Segundo fontes militares, os comandantes locais só detectaram a invasão quando os primeiros alvos já estavam sendo destruídos.
Aviões furtivos na linha de frente
Caças de quinta geração F-35 e F-22, equipados com tecnologia stealth, foram destacados para escoltar bombardeiros e eliminar baterias antiaéreas e navios de guerra. A baixa assinatura de radar desses jatos permitiu que se aproximassem dos objetivos sem serem identificados, abatendo mísseis iranianos com precisão.
Armas contra bases subterrâneas
Para atingir instalações construídas sob camadas de concreto e rocha, os EUA empregaram bombardeiros B-2 Spirit armados com a bomba penetradora GBU-57, capaz de perfurar dezenas de metros antes da detonação. As aeronaves decolaram diretamente do território americano em voos de mais de 37 horas. Bombardeiros supersônicos B-1B Lancer também participaram para destruir posições de onde o Irã lança mísseis de longo alcance contra Israel.
Supremacia aérea declarada
Domingo, 1º, Israel e EUA anunciaram ter alcançado supremacia aérea, estágio em que as defesas inimigas deixam de representar ameaça relevante. Apesar da declaração, caças Sukhoi iranianos ainda tentaram reagir em pontos isolados, indicando focos de resistência da força aérea do país.
Com informações de Gazeta do Povo