Relatos e vídeos publicados neste sábado (28) mostram iranianos comemorando em cidades dos Estados Unidos, do Canadá e em diferentes pontos do Irã após o presidente norte-americano, Donald Trump, declarar que o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, foi morto em um ataque conjunto de Washington e Israel.
Festas na diáspora
Imagens nas redes sociais registram pessoas carregando bandeiras do Irã e cartazes que falam em “alvorecer de um Irã livre”. Parte da comunidade iraniana no exterior vê a morte do aiatolá como uma possibilidade de mudança política no país, segundo publicações.
Manifestações dentro do Irã
Testemunhas citadas por agências internacionais apontam comemorações em Teerã, Karaj e Isfahan, além de buzinaços e aglomerações em locais como Shiraz e Abdanan. Vídeos mostram ainda retratos de manifestantes mortos nas recentes ondas de protesto, duramente reprimidas pelo regime.
Repercussão no Brasil
No Brasil, o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) publicou em rede social que “o povo iraniano saiu às ruas para comemorar a morte do ditador Khamenei”, classificando o governo iraniano como um dos mais opressivos do mundo.
Declaração de Trump
Em pronunciamento divulgado nas redes, Trump afirmou que Khamenei “está morto” e o descreveu como “uma das pessoas mais perversas da História”. O presidente disse que a operação utilizou “sistemas de rastreamento altamente sofisticados” e contou com colaboração de Israel. Para Trump, a morte do aiatolá representa “a maior oportunidade” para que os iranianos retomem o controle do país, e membros da Guarda Revolucionária estariam buscando imunidade junto aos Estados Unidos.
Baixas na família do líder
A mídia estatal iraniana noticiou que, durante os ataques, morreram também parentes próximos de Khamenei, entre eles uma filha, um neto, a nora e o genro.
Com informações de Gazeta do Povo