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General dos EUA visita Caribe e reforça expectativa de ação militar contra Maduro

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WASHINGTON – O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas dos Estados Unidos, general Dan Caine, inicia nos próximos dias uma viagem a Porto Rico e a um dos navios de guerra destacados para o Mar do Caribe, escalation que reacende sinais de possível operação militar contra o governo de Nicolás Maduro na Venezuela.

Segundo fontes ouvidas pelo The New York Times, a justificativa oficial da agenda é agradecer às tropas americanas antes do Dia de Ação de Graças, celebrado em 27 de novembro. Dois outros oficiais, porém, afirmaram que Caine tem papel central na Operação Lança do Sul – maior mobilização naval dos EUA na região desde a Crise dos Mísseis de 1962 – e deve avaliar, in loco, os preparativos para uma eventual investida.

A visita ocorre enquanto o presidente Donald Trump considera medidas mais contundentes para pressionar o regime chavista. De acordo com a imprensa norte-americana, o republicano já teria dado sinal verde para missões secretas dentro do território venezuelano, voltadas a criar condições para futuras ações militares. Entre as possibilidades citadas estão sabotagem, operações cibernéticas, psicológicas e de informação.

Paralelamente, Trump teria autorizado nova rodada de negociações indiretas visando à renúncia de Maduro. O líder venezuelano chegou a oferecer saída gradual do poder nos próximos anos, proposta rejeitada por Washington.

No plano diplomático, o Departamento de Estado informou que o Cartel de Los Soles, associação criminosa ligada a altos comandos do chavismo e ao próprio Maduro, passará a ser classificado como organização terrorista estrangeira (FTO) a partir de 24 de novembro. A medida abre caminho para que o mandatário venezuelano seja considerado alvo direto das forças americanas.

Até o momento, Trump não autorizou envio de tropas de combate para a Venezuela, mas a intensificação das movimentações militares e diplomáticas mantém a crise no radar internacional.

Com informações de Gazeta do Povo