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Estados Unidos deslocam maior poder militar ao Oriente Médio desde 2003 para pressionar Irã

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Washington, 20 fev. 2026 – Os Estados Unidos mobilizaram dois grupos de porta-aviões e dezenas de caças de quinta geração para o Oriente Médio, na maior demonstração de força na região desde a invasão do Iraque, em 2003. A manobra tem o objetivo de conter possíveis agressões do Irã e forçar Teerã a aceitar um novo acordo nuclear.

Frota de guerra concentrada

Foram enviados os porta-aviões USS Abraham Lincoln e USS Gerald Ford, acompanhados por escoltas navais. No ar, mais de 50 aeronaves furtivas, entre elas F-22 Raptor e F-35, reforçam a capacidade de ataque e defesa dos EUA.

Alvos prioritários

Analistas militares avaliam que uma eventual ofensiva norte-americana começaria pela neutralização das defesas aéreas iranianas. Em seguida, seriam visados sistemas de mísseis e drones, centros de comando e instalações da Guarda Revolucionária Islâmica, para limitar a capacidade de retaliação do regime.

Janela diplomática curta

O presidente Donald Trump concedeu prazo de dez dias para avanços em negociações sediadas em Omã. Caso não haja acordo, Washington sinaliza que poderá recorrer à força. O histórico de impasses eleva a desconfiança de Teerã, que teme ataques antes mesmo do fim do prazo.

Risco de escalada

Especialistas alertam que uma resposta iraniana com baixas significativas para as tropas americanas transformaria um ataque limitado em conflito amplo. O custo de manter a atual estrutura militar na região sugere, segundo analistas, prontidão real para uso de força.

Capacidade iraniana

Embora negue interesse em armas nucleares, o Irã possui o maior arsenal de mísseis e drones do Oriente Médio, capaz de atingir bases dos EUA e aliados regionais. Para driblar esses sistemas, os americanos deslocaram caças furtivos, menos detectáveis pelos radares iranianos.

O reforço militar ainda não implica ação imediata, mas reforça a pressão sobre o governo dos aiatolás, que enfrenta a escolha entre aceitar restrições severas ao programa nuclear ou arriscar um confronto de grandes proporções.

Com informações de Gazeta do Povo