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EUA oficializam saída do Acordo de Paris no segundo mandato de Trump

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Os Estados Unidos deixaram de integrar, nesta terça-feira, 27 de janeiro de 2026, o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas. A retirada entra em vigor exatamente um ano após o presidente Donald Trump assinar a ordem executiva que determinou o desligamento do país do tratado internacional voltado a limitar o aquecimento global.

É a segunda vez que o republicano toma a mesma medida. Durante seu primeiro mandato, ele já havia anunciado a saída do acordo, decisão revertida posteriormente pelo então presidente Joe Biden. Ao retornar à Casa Branca, em 2025, Trump retomou o plano de abandonar o pacto climático.

Execução da retirada

Além do Acordo de Paris, o governo avisou, neste mês, que também deixará a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A mudança reflete o redirecionamento das políticas ambientais adotadas pela administração atual.

A porta-voz da Casa Branca, Taylor Rogers, declarou em comunicado que o presidente está afastando o país de acordos internacionais “radicais”. “Graças ao presidente Trump, os EUA escaparam oficialmente do Acordo de Paris, que minou os valores e prioridades americanos, desperdiçou o dinheiro suado dos contribuintes e sufocou o crescimento econômico”, afirmou, classificando a decisão como “uma vitória do América Primeiro”.

Revisão das políticas climáticas internas

Desde que reassumiu o cargo, Trump revogou diversas iniciativas ambientais adotadas nos EUA. Entre elas, estavam programas de incentivo à geração de energia eólica e solar e benefícios fiscais para a compra de veículos elétricos. O presidente também passou a defender a expansão da exploração de petróleo e gás por empresas norte-americanas.

Outras saídas de organismos internacionais

A Casa Branca também confirmou, na semana passada, a retirada efetiva do país da Organização Mundial da Saúde (OMS), cumprindo outra ordem executiva emitida nos primeiros dias do segundo mandato.

Com a saída formal do Acordo de Paris, os Estados Unidos deixam de assumir as metas de redução de emissões previstas pelo tratado internacional.

Com informações de Gazeta do Povo