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Advogado de Trump cita apoio de 72% dos brasileiros para rotular PCC e Comando Vermelho como terroristas

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O advogado norte-americano Martin DeLuca, representante do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou nesta segunda-feira (3) em sua conta na rede X uma pesquisa divulgada pela CNN Brasil que aponta que 72% dos brasileiros são favoráveis à classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho como organizações terroristas.

No post, DeLuca reproduziu o dado e escreveu: “72% dos brasileiros apoiam a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas”.

Na véspera, domingo (2), o advogado já havia tratado do tema na mesma plataforma. Ele lembrou que Argentina e Paraguai incluíram recentemente o PCC e o Comando Vermelho em suas listas de grupos terroristas e ironizou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que está à frente de investigações relacionadas às facções.

“A Argentina acaba de declarar o Comando Vermelho um grupo terrorista. Alexandre de Moraes, que agora investiga o governador do Rio por confrontar esse mesmo grupo, vai a Buenos Aires dar uma palestra sobre Estado de Direito. Parece piada? Mas é verdade”, escreveu DeLuca, marcando na publicação o presidente argentino, Javier Milei, aliado de Trump.

DeLuca também recordou o processo aberto neste ano por Rumble e Trump Media contra Moraes na Justiça Federal da Flórida. As empresas alegam que decisões do ministro que afetam a plataforma de vídeos ferem a legislação norte-americana. A Trump Media integra a ação porque o Rumble fornece serviços de nuvem para a rede social Truth Social, principal produto do grupo de mídia ligado ao ex-presidente dos EUA.

Paralelamente, Moraes assumiu temporariamente a relatoria da ADPF 635, conhecida como “ADPF das Favelas”. Nesta segunda-feira (3), o ministro esteve no Rio de Janeiro para ouvir o governador Cláudio Castro (PL) e os chefes das polícias sobre a megaoperação realizada na terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão, que resultou em 113 presos e 121 mortos, entre eles quatro policiais.

Com informações de Gazeta do Povo