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Braço direito de Daniel Vorcaro tem morte cerebral após tentar suicídio na sede da PF em MG

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Luiz Phillipi Moraes Mourão, apontado como braço direito do banqueiro Daniel Vorcaro, teve morte cerebral confirmada nesta quarta-feira, 3 de março de 2026, em Belo Horizonte (MG). Mourão estava internado desde que tentou suicídio dentro da Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais, onde se encontrava preso.

A informação foi divulgada inicialmente pela Folha de S.Paulo e confirmada por pessoas ligadas às investigações. Em nota anterior, a PF informou que o detido recebeu atendimento médico imediato após o incidente, sem detalhar o método empregado por ele para tirar a própria vida.

Prisão na Operação Compliance Zero 3

Mourão foi detido durante a Operação Compliance Zero 3. De acordo com a investigação, Daniel Vorcaro teria contratado o auxiliar, conhecido no grupo como “sicário”, e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva para coletar informações, vigiar pessoas e exercer pressões contra ex-funcionários e jornalistas que pudessem representar ameaça aos interesses do grupo.

Conforme a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao menos quatro pessoas eram monitoradas pelo esquema, número que pode ultrapassar 20 segundo apuração da investigação. Os envolvidos mantinham um grupo de WhatsApp chamado “a turma”. As autoridades apontam que Vorcaro destinava cerca de R$ 1 milhão por mês para financiar as atividades clandestinas.

O corpo de Mourão permanece no hospital em Belo Horizonte enquanto são adotados os trâmites formais após a confirmação da morte cerebral.

Com informações de Gazeta do Povo