O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, garantiu neste domingo, 11, que continuará os programas sociais e anunciou sua intenção de “encerrar a era do Lula”. As declarações foram feitas durante um encontro com prefeitos da Região Metropolitana de São Paulo, realizado no centro da capital.
O evento, que deu início à agenda do presidenciável na cidade, contou com a presença do governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos), do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e do secretário da Segurança Pública, delegado Nico Gonçalves.
Flávio criticou o PT, acusando-o de se manter no poder por meio de desinformação. Em resposta a rumores sobre a possível extinção do Bolsa Família, ele reafirmou seu compromisso com o programa e propôs melhorias, além de integrar as políticas sociais a cursos de capacitação profissional.
“O PT chega ao governo com a mentira e tenta se sustentar no poder com a mentira”, declarou o candidato. Ele também mencionou que pretende criar um sistema de pontuação vinculado ao CPF, onde beneficiários que investirem em sua qualificação poderão receber vantagens, como cashback na compra de bens duráveis.
No que diz respeito à segurança pública, Flávio Bolsonaro defendeu o aumento do sistema prisional e o endurecimento das penas. Ele prometeu a criação de mais de 500 mil vagas em presídios e o uso de tecnologia, como inteligência artificial, para localizar foragidos. “Facções como Comando Vermelho e PCC serão tratadas como terroristas”, assegurou.
Economicamente, o senador responsabilizou o governo Lula pelo endividamento do país. Ele acredita que uma mudança na presidência pode ajudar a reduzir juros e aumentar os recursos disponíveis para investimentos municipais.
Flávio também pediu apoio dos prefeitos para mobilizar eleitores indecisos e aumentar a participação nas eleições. “Eu nunca tive tanta certeza de que era isso que eu deveria fazer: ser candidato à Presidência da República para acabar com essa era do Lula”, afirmou.
A agenda de Flávio na capital continuou à tarde com uma reunião com vereadores da região, que é um dos focos de sua campanha no segundo turno, especialmente considerando que na primeira fase da disputa ele recebeu menos votos do que Lula em várias cidades, incluindo São Paulo.
Fonte: Revista Oeste.









