Na terça-feira, 6 de outubro de 2026, a Câmara Municipal de São Paulo foi palco de uma invasão por manifestantes pró-Palestina durante uma homenagem ao major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) para países de língua portuguesa. O evento, organizado pelos vereadores Cris Monteiro e Gerson Pires, ocorreu na véspera do terceiro aniversário do ataque terrorista de 7 de Outubro e foi interrompido por cerca de 30 minutos.
O protesto foi coordenado pela Frente Palestina São Paulo, e os manifestantes entraram no local empunhando bandeiras da Palestina e gritando palavras de ordem. A situação exigiu a intervenção da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Militar para a contenção do grupo.
Após a retirada dos manifestantes, a cerimônia pôde continuar. Em suas redes sociais, o vereador Gerson Pires expressou sua indignação, afirmando que o evento tinha como propósito reconhecer a contribuição de Rozenszajn na defesa de Israel e na luta contra o terrorismo. Ele criticou a interrupção como uma tentativa de transformar a homenagem em um espaço de disputa política.
“Infelizmente, um momento que deveria ser marcado pelo respeito e pelo reconhecimento foi interrompido por pessoas que preferiram transformar a homenagem em palco para gritos, provocações e manifestações em defesa de grupos terroristas”, afirmou Pires.
O vereador também destacou que não se deixará intimidar por esse tipo de manifestação. “Não vamos aceitar que o extremismo, a intolerância e a apologia ao terrorismo sejam normalizados ou tratados como simples divergência política”, completou.
Pires concluiu sua declaração reafirmando seu compromisso em defender Israel e combater o antissemitismo: “Seguiremos firmes, defendendo a democracia, combatendo o antissemitismo e deixando claro de que lado estamos: ao lado das vítimas do terrorismo e contra aqueles que tentam justificá-lo ou celebrá-lo.”
Fonte: Revista Oeste.








