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Novos detalhes no caso Feliciano: prints contradizem Patrícia Lélis

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A polêmica em torno das acusações feitas por Patrícia Lélis ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP) ganha novos contornos com a divulgação de prints que contradizem sua versão dos fatos. A estudante de jornalismo alegou ter sido vítima de agressão e abuso sexual, além de afirmar que seu chefe de gabinete, Talma Bauer, a coagiu e a manteve em cárcere privado.

Durante o registro de um Boletim de Ocorrência em São Paulo, Patrícia afirmou ter se encontrado com o presidente do PSC, Everaldo Pereira, acompanhada do deputado federal Gilberto Nascimento, e que teria recebido propostas financeiras para não denunciar o suposto crime, além de ameaças de morte.

No entanto, a própria Patrícia admitiu em conversas com a psicóloga e palestrante Marisa Lobo (SD-PR) que este encontro nunca ocorreu. Marisa, que foi procurada por Patrícia após o incidente, revelou que a estudante estava mais preocupada com sua imagem dentro do partido do que com o suposto abuso.

Marisa Lobo relatou que Patrícia mencionou um namoro complicado e que estava focada em resolver questões pessoais em vez de buscar justiça. A psicóloga tentou orientá-la a procurar a polícia com provas concretas, mas Patrícia insistiu que sua palavra deveria ser suficiente.

As conversas entre as duas revelam um padrão de obcessão por parte de Patrícia em desmascarar Feliciano, ao mesmo tempo em que tentava manter sua reputação no PSC. Marisa destacou que, mesmo diante da gravidade das alegações, a estudante parecia mais preocupada com questões políticas e relações pessoais do que com o verdadeiro cerne do caso.

Além disso, Patrícia teria mencionado a possibilidade de envolver partidos de oposição, como PT e PSOL, caso suas demandas não fossem atendidas pelo PSC. Essa revelação levanta questões sobre a veracidade das acusações e a motivação por trás delas.

Marisa Lobo, que foi citada por Patrícia em sua narrativa, decidiu se pronunciar publicamente para esclarecer sua posição, afirmando que não teve qualquer contato com Feliciano sobre o caso e reiterou a importância de se buscar a verdade na justiça, sem manipulações políticas.

O caso segue em análise na justiça, enquanto os desdobramentos e as repercussões nas redes sociais continuam a gerar debates acalorados.

Fonte: Gospel Mais.

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