Chloe Cole, que iniciou sua transição de gênero aos 12 anos nos Estados Unidos, agora critica abertamente as práticas da chamada “Medicina de Gênero”, a qual considera enganosa e fraudulenta. Atualmente cristã e em processo de destransição, ela compartilha sua experiência na luta contra procedimentos realizados em menores.
Em um artigo publicado no The Christian Post, Chloe revelou que, durante sua infância, sentia-se isolada e diferente das outras crianças. “Eu me sentia quebrada, como se tivesse nascido completamente errada”, disse a jovem. Durante esse período, encontrou a comunidade trans na internet, que proporcionou um alívio temporário para sua angústia emocional. Logo, médicos apresentaram a transição de gênero como uma solução.
Chloe contou que, sem questionar a autoridade médica, ela e sua família acreditaram que a transição era a resposta para sua felicidade. Os profissionais de saúde convenceram seus pais a autorizarem o tratamento, utilizando uma estatística distorcida que afirmava que 41% dos menores que não se submetem à transição correm risco de suicídio.
“Essa estatística é, no mínimo, enganosa. O número se refere a adultos trans e não estabelece que 41% das crianças com sofrimento de gênero tentariam suicídio sem a transição”, explicou. Ela criticou a exploração do medo dos pais, afirmando que a escolha entre transição e morte não pode ser considerada consentimento.
Aos 15 anos, Chloe passou por uma mastectomia dupla, que considera uma consequência devastadora do movimento da ideologia de gênero. “Meu corpo saudável se tornou dano colateral”, enfatizou. Com o tempo, ela questionou a validade das alegações da Medicina de Gênero, citando um relatório do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA que denuncia práticas fraudulentas em diagnósticos e faturamentos relacionados à identidade de gênero pediátrica.
Refletindo sobre sua experiência, Chloe afirmou que sua transição foi como “morder o fruto proibido”, buscando respostas em lugares errados para suas dificuldades emocionais. Após encontrar sua identidade em Cristo, ela se tornou uma ativista contra tratamentos de afirmação de gênero, alertando que instituições médicas exploram crianças vulneráveis.
“Não podemos permitir que essas instituições digam à próxima geração que a resposta é lutar contra seus próprios corpos. A verdade é que você não nasceu como um erro. Seu corpo não é um acidente, e Deus te ama, desejando curar suas feridas”, concluiu Chloe.
Fonte: Guiame.










