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Edinho Silva acusa família Bolsonaro de 700 mil mortes na pandemia e fraudes ligadas ao INSS

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Contagem (MG) — O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, afirmou neste domingo, 29 de março de 2026, que o histórico político da família do ex-presidente Jair Bolsonaro está vinculado a “700 mil covas” abertas durante a pandemia de Covid-19, ao Banco Master e a um esquema de fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

As declarações foram feitas durante o lançamento da pré-candidatura da prefeita Marília Campos (PT) ao Senado, em Contagem. No discurso, Edinho criticou a tentativa de projeção do senador Flávio Bolsonaro como novo nome do grupo político de direita, referindo-se a ele como “o filho mais velho”.

“Querem apresentar o filho mais velho como se fosse um copo vazio, sem passado. Mas o passado da família Bolsonaro significa 700 mil covas abertas no Brasil pela postura negacionista na pandemia”, disse o dirigente petista, em linha semelhante à adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2025.

Edinho também atacou o alinhamento da direita brasileira ao governo do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e atribuiu ao governo Bolsonaro o “sucateamento das políticas públicas”. Segundo ele, esse período teria viabilizado a criação do Banco Master e um esquema “para roubar aposentado no INSS”.

O pronunciamento foi divulgado nas redes sociais do presidente do PT.

Com informações de Gazeta do Povo