O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, na noite desta quinta-feira (26), o registro da federação partidária União Progressista, composta por União Brasil (União) e Progressistas (PP).
A relatoria do pedido ficou a cargo da ministra Estela Aranha, que destacou em plenário que as siglas apresentaram toda a documentação exigida pela legislação eleitoral. Com a decisão, União e PP passam a atuar como uma única agremiação pelos próximos quatro anos, conforme prevê a Lei nº 14.208/2021.
Formalizada em agosto de 2025, a nova federação — classificada pelos partidos como “superfederação” — deverá reunir uma das maiores bancadas no Congresso Nacional. Trata-se da quinta federação partidária deferida pelo TSE desde que o modelo foi criado.
Comando da federação
O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, assumirá a presidência da União Progressista. O vice será o senador Ciro Nogueira (PI), que dirige o PP.
Declarações
Em publicação na rede social X, Nogueira afirmou que “em tempos polarizados, consolidar a Federação União Progressista é prova de que ainda é possível unir pessoas e ideologias em torno de um propósito em comum”. Segundo ele, os dois partidos se guiarão “na boa política, no respeito e no diálogo”.
Rueda, por sua vez, disse que a aliança inaugura “um novo momento na política brasileira” e que a federação pretende “dar estabilidade, ampliar o diálogo e apontar caminhos concretos para o país crescer”.
Com a aprovação, União Brasil e PP iniciam os preparativos para agir de forma integrada nas eleições municipais de 2026 e na próxima legislatura do Congresso.
Com informações de Gazeta do Povo