Em uma recente ministração divulgada em suas redes sociais, o pastor Joel Engel afirmou que o princípio das primícias serve para revelar a posição que Deus ocupa no coração de cada indivíduo. “Deus não precisa da minha primícia; Ele usa esse gesto como um teste para saber se é o primeiro em nossas vidas”, declarou.
Ao recorrer ao relato do Jardim do Éden, Engel lembrou que o Criador permitiu a Adão e Eva comer de todas as árvores, exceto uma. Segundo o líder religioso, o fruto proibido não era o problema, mas o fato de pertencer exclusivamente a Deus. “Aquilo era santo, separado para Ele”, destacou.
O pastor definiu santificar como “separar para uso exclusivo” e comparou a prática ao matrimônio. “A esposa é santificada para o marido, e o marido para a esposa. A questão é saber se você está separado para Deus ou disponível para qualquer coisa”, observou.
Engel frisou que a primícia não diz respeito apenas a dinheiro ou bens materiais, mas ao significado que esses itens carregam. Ele citou o episódio em que Abraão foi instruído a oferecer Isaque, notando que Deus costuma confrontar aquilo que ocupa o centro da vida de uma pessoa. “Tudo o que eu quero alcançar passará pelo crivo de verificar se meu coração está com Deus”, afirmou.
Limite ao inimigo
O líder enfatizou que o que é santificado torna-se propriedade divina e, por isso, fica fora do alcance do inimigo. “Você não se santifica com 40 ou 50 dias de jejum, mas colocando Deus em primeiro lugar”, explicou.
De acordo com Engel, o princípio do “primeiro” também se aplica ao tempo. “Quando se separa o primeiro dia da semana, consagra-se toda a semana; quando se entrega a primícia, santifica-se o mês”, completou. Ele concluiu que a prática estabelece um círculo de proteção espiritual: “O inimigo pode atacar, mas não chega onde há primícia”.
Com informações de guiame.com.br