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María Corina aposta que transição na Venezuela derrubará governos de Cuba e Nicarágua

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Quem: A líder opositora venezuelana e Nobel da Paz María Corina Machado.

O quê: Previu a queda dos regimes de Cuba e Nicarágua após a consolidação da transição democrática na Venezuela.

Quando e onde: Declaração feita neste sábado, 14 de fevereiro de 2026, durante participação por videoconferência na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha.

“As Américas poderão se livrar do comunismo”, diz Machado

Em seu discurso, Machado afirmou que a derrubada do “regime criminoso” em Caracas será o gatilho para o fim das ditaduras em Havana e Manágua. “Quando desmontarmos o regime criminoso na Venezuela, Cuba e Nicarágua seguirão o mesmo caminho. Pela primeira vez, as Américas poderão se livrar do comunismo e da ditadura”, declarou.

Culpas ao chavismo e crise migratória

A opositora responsabilizou o chavismo pela situação econômica e social do país. Segundo ela, o legado do movimento fundado por Hugo Chávez é de “devastação brutal”. “Não só perdemos instituições e recursos; nossas famílias foram destruídas. Um terço da população foi obrigada a fugir. Agora vivemos a maior crise migratória do mundo”, ressaltou.

Agradecimento aos Estados Unidos

Machado elogiou a operação norte-americana que, em 3 de janeiro, capturou o ditador Nicolás Maduro. “Este foi o único país que arriscou a vida de alguns de seus cidadãos pela liberdade da Venezuela. Estamos agradecidos porque o ocorrido abriu o caminho para a transição democrática”, afirmou.

Próximos passos para a transição

A líder opositora cobrou novas ações internacionais e internas para a liberação total do país. Ela destacou que não se pode falar em transição se a repressão continuar e defendeu o enfrentamento simultâneo das crises política, econômica, humanitária e de segurança. Machado também mencionou a libertação gradual de presos políticos, atribuída à pressão dos Estados Unidos.

As declarações ocorreram diante de autoridades, analistas e representantes da sociedade civil que acompanham o fórum anual sobre segurança global em Munique.

[Final natural da notícia – último parágrafo com as informações]

Com informações de Gazeta do Povo