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De seguidora do candomblé a cristã: saga de mulher convertida após intercessão da sogra

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São Paulo – Maria Margarida Roseno Pereira, 54 anos, afirmou ter abandonado práticas de bruxaria depois de quase três décadas dedicadas a religiões de matriz africana. Segundo seu relato ao canal Poder de Deus Documentários, a mudança começou após anos de intercessão da sogra, membro da Assembleia de Deus.

A proximidade de Maria com o ocultismo iniciou-se na adolescência, quando buscou tratamento para uma enfermidade em um centro de macumba. Aos 17 anos, mudou-se para São Paulo, onde se aprofundou no candomblé, participou do quarto de Roncó e chegou a fazer cortes rituais, que deixaram cicatrizes.

No período em que mergulhava nessas práticas, a sogra jejuava e orava por sua conversão, contando com o apoio das irmãs Geralda e Geraldina e do pastor José Ulisses.

Gravidez considerada milagre

Depois de sucessivos abortos espontâneos, Maria voltou a engravidar e, ao sentir sangramento, orou: “Senhor, se o bebê viver, irei para a tua casa e te servirei”. Levada ao hospital, ouviu do médico que o feto estava saudável e que havia uma cicatriz inexplicável no útero. Ela interpretou o episódio como milagre.

Cumprindo a promessa, compareceu ao culto na Assembleia de Deus, onde, emocionada, decidiu aceitar Jesus. O marido, que a acompanhava, tomou a mesma decisão. Na mesma noite, o casal descartou objetos e altares ligados ao candomblé.

No dia seguinte, Maria comunicou à mãe de santo que não participaria mais do ocultismo. Desde então, afirma viver “guerra espiritual”, mas permanece na igreja. O primeiro filho, Samuel, nasceu com saúde; depois vieram as filhas Sara e Samara.

Trinta anos após a conversão, Maria, agora conhecida como irmã Guida, diz manter rotina de jejum, oração e comunhão.

Com informações de Guiame