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Após show no Super Bowl, republicanos cobram multas e prisão de Bad Bunny e dirigentes da NFL

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Parlamentares do Partido Republicano dos Estados Unidos pediram, nesta terça-feira (10/02/2026), que a Comissão Federal de Comunicações (FCC) aplique sanções severas ao cantor porto-riquenho Bad Bunny, à Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) e à emissora NBC, responsáveis pela transmissão do show do intervalo do Super Bowl ocorrido no domingo (8).

O deputado Randy Fine afirmou que a apresentação de 13 minutos violou leis de radiodifusão ao incluir trechos considerados obscenos. Em publicação na rede social X, o congressista declarou que, caso as letras fossem cantadas em inglês, “o sinal teria de ser cortado” e multas “altíssimas” seriam impostas. Fine anexou traduções de versos que continham termos como “dick”, “ass” e “fuck”, os quais, segundo ele, são proibidos na televisão aberta norte-americana.

Na mensagem, Fine informou ter enviado carta ao presidente da FCC, Brendan Carr, solicitando a revisão das licenças de transmissão da NFL e da NBC, além da aplicação de multas. O documento também pede a prisão de todos os envolvidos na produção do show. “Prendam eles”, concluiu o parlamentar na rede social.

A iniciativa recebeu apoio do deputado Andy Ogles, que remeteu correspondência ao Comitê de Energia e Comércio da Câmara, requerendo uma investigação formal sobre o que classificou como “transmissão indecente”. Para Ogles, o conteúdo musical “glorifica a sodomia e outras depravações” e teria sido facilitado pela NFL e pela NBC.

Descrita pelos organizadores como uma celebração da cultura porto-riquenha e latina, a apresentação de Bad Bunny ocorreu diante de uma audiência de dezenas de milhões de telespectadores. Brendan Carr, que chefia a FCC e foi indicado ao órgão pelo ex-presidente Donald Trump, já defendeu em outras ocasiões medidas rigorosas contra emissoras por exibição de material considerado inadequado.

Com informações de Gazeta do Povo