A colunista Verônica Bareicha publicou, na manhã de 3 de fevereiro de 2026, um texto em que lamenta a agressão sofrida pelo cão comunitário Orelha e aproveita o caso para explicar diferenças de uso entre as palavras “mal” e “mau”.
No artigo intitulado “O mal, o mau e toda a maldade”, a autora descreve o animal como idoso, dócil e confiável, citando relatos e fotografias que circularam após o episódio de maus-tratos. Para Bareicha, o ataque “fala mais sobre os agressores do que sobre o cachorro”.
A colunista esclarece que “mau” é adjetivo oposto a “bom”, enquanto “mal” pode funcionar como substantivo ou advérbio em oposição a “bem”. Ela também diferencia o verbo “maltratar” do substantivo “maus-tratos”, sempre usado no plural e com hífen.
Verônica Bareicha reforça que erros gramaticais são compreensíveis, mas atos de violência contra animais não devem ser aceitos. Segundo ela, Orelha precisava apenas de cuidado, respeito e proteção.
Com mais de duas décadas de carreira como revisora, redatora e ghostwriter, Bareicha é pós-graduanda em Jornalismo Digital pela FAAP, pós-graduada em Mercado Editorial pela PUC-Rio e graduada em Letras pelo Unasp-EC.
O texto foi disponibilizado às 9h38 no portal Pleno.News.
Com informações de Pleno.News