O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou nesta quinta-feira (22/01/2026) que vai acrescentar aos autos de sua ação por difamação contra o The New York Times a mais recente pesquisa de opinião realizada pelo jornal em parceria com a Universidade de Siena.
Divulgado no mesmo dia, o levantamento indica que a aprovação de Trump caiu três pontos percentuais em comparação à sondagem anterior, alcançando 40%, enquanto a desaprovação chegou a 56%.
Em publicação na rede Truth Social, o presidente classificou os números como “falsos” e afirmou que o estudo “é sempre extremamente negativo” para ele, especialmente “às vésperas da eleição de 2024”, que, segundo declarou, venceu “com folga”. Ele disse ainda que seus advogados exigiram a preservação de todos os registros e da metodologia aplicada no inquérito, argumentando que a pesquisa estaria “fortemente tendenciosa a favor dos democratas”. O New York Times não comentou o tema até o momento.
A queixa relativa à pesquisa será anexada ao processo apresentado por Trump no ano passado na Justiça Federal da Flórida contra o jornal, dois repórteres e a editora Penguin Random House. Na ação, o presidente solicita US$ 15 bilhões em indenização, contestando reportagens sobre o período em que comandou o programa de televisão “O Aprendiz” e conteúdos do livro “Lucky Loser”, de Susanne Craig e Russ Buettner, publicado pela Penguin.
No mesmo dia, veículos de imprensa norte-americanos noticiaram que Trump abriu outro processo, desta vez contra o banco JPMorgan Chase, pleiteando US$ 5 bilhões por suposto encerramento de contas por motivação política. Em nota enviada à agência Reuters, a instituição financeira rebateu a acusação e afirmou que a ação “não tem fundamento”, acrescentando que se defenderá em juízo.
Com informações de Gazeta do Povo