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Força aérea dos EUA neutraliza defesa venezuelana e captura Nicolás Maduro

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Caracas – Uma ação conjunta de mais de 150 aeronaves dos Estados Unidos, na madrugada de sábado (3), resultou na prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, dentro da chamada “Operação Resolução Absoluta”.

Início do ataque

O general norte-americano Dan Caine informou que aeronaves partiram de pelo menos 20 bases do continente. Às 22h46 de sexta-feira (2), helicópteros decolaram dos navios-porta-helicópteros Iwo Jima, Fort Lauderdale e San Antonio, posicionados no mar do Caribe. As aeronaves avançaram a 30 metros de altitude sobre o mar para escapar de radares venezuelanos.

Neutralização do espaço aéreo

Caças furtivos e aeronaves-mãe, capazes de lançar drones, ingressaram no espaço aéreo do país para destruir lançadores de mísseis S-300 e outras baterias de média e longa distância. Imagens divulgadas por Washington mostram ao menos um lançador destruído. As autoridades não detalharam eventuais confrontos com caças Sukhoi-30 venezuelanos.

A Base Aérea Generalísimo Francisco de Miranda, conhecida como La Carlota, na zona leste de Caracas, foi bombardeada, e um lançador de foguetes antiaéreos foi eliminado.

Assalto terrestre

Às 1h01 de sábado, helicópteros chegaram à instalação de segurança onde Maduro se encontrava. Analistas apontam que drones e helicópteros de ataque abriram caminho, enquanto tropas de comando desembarcaram de aeronaves CH-47 Chinook. Um dos helicópteros foi atingido, mas regressou em segurança, segundo Caine.

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que Maduro foi rendido antes de trancar a porta do quarto onde dormia. “Houve oposição intensa e muito tiroteio”, disse. Uma foto divulgada pelo governo americano mostra o líder venezuelano já dominado dentro de um Chinook.

Retirada e destino de Maduro

Às 3h29, todas as aeronaves deixaram o território venezuelano. O helicóptero com Maduro pousou no Iwo Jima, ancorado no Caribe.

Alvos estratégicos em Caracas

Entre os locais atacados esteve o Forte Tiuna, principal base do Exército da Venezuela e sede da Academia Militar Bolivariana. Outras concentrações de tropas e antenas de comunicação na capital também foram bombardeadas para dificultar a reação venezuelana.

Infraestrutura em La Guaíra

A região costeira de La Guaíra, a 70 quilômetros de Caracas, também foi atingida. O aeroporto Simón Bolívar e o porto local, considerados pontos estratégicos para uma eventual operação prolongada, sofreram ataques secundários.

Trump mencionou a possibilidade de uma segunda onda de bombardeios, mas afirmou que, por enquanto, a medida está suspensa.

Com informações de Gazeta do Povo