O governo da Nigéria confirmou neste sábado (27) que bombardeios realizados pelos Estados Unidos atingiram e destruíram dois acampamentos associados ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na floresta de Bauni, região noroeste do país.
Em comunicado, o Ministério da Informação informou que as instalações serviam de ponto de concentração e preparação para combatentes estrangeiros do EI que ingressavam no território nigeriano a partir do Sahel. Segundo a nota, esses militantes atuavam em parceria com aliados locais para planejar ataques de grande escala no país.
As autoridades nigerianas ressaltaram que a operação aérea, autorizada pelo presidente norte-americano Donald Trump, contou com “apoio explícito” do chefe de Estado da Nigéria, Bola Ahmed Tinubu.
De acordo com o Pentágono, a ofensiva envolveu o lançamento de cerca de dez mísseis Tomahawk a partir de um navio da Marinha dos EUA posicionado no Golfo da Guiné. Os projéteis atingiram “múltiplos” alvos na área de Sokoto, próxima à fronteira com o Níger.
Donald Trump classificou o ataque como “poderoso e mortal”, justificando a ação como necessária para conter o massacre de cristãos em um dos países mais perigosos do mundo para professar a fé.
Com informações de Gazeta do Povo