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Malafaia ataca Moraes e Lula, e afirma que PF tenta abafar oposição no caso INSS

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O pastor Silas Malafaia publicou, na sexta-feira, 19 de dezembro, um vídeo no X (antigo Twitter) em que faz duras críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Partido dos Trabalhadores. As declarações ocorrem durante as investigações sobre um suposto esquema bilionário de descontos ilegais em benefícios do INSS e no mesmo dia em que a Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Sem Desconto.

No vídeo, Malafaia acusa o PT de ter barrado convocações de familiares de Lula na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Segundo o pastor, o partido impediu que Frei Chico, irmão do chefe do Executivo, e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, prestassem depoimento ao colegiado. “Deixa de ser cínico, rapaz. O PT impediu a convocação do teu irmão e do teu filho. Mesada de R$ 300 mil, teu filho caiu fora para a Europa”, afirmou.

Malafaia também saiu em defesa do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, alvo de operação da PF no mesmo dia por suspeita de uso irregular da cota parlamentar. Para o religioso, a investigação seria parte de uma estratégia para fragilizar a oposição. “Querem calar todos que se levantam contra Lula ou Alexandre Moraes ou o STF. Essa que é a verdade”, declarou.

A CPMI do INSS aprovou, horas depois, um novo pedido de convocação de Lulinha. O requerimento foi apresentado pelo relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). Documentos da CPMI apontam que Fábio Luís teria ligação com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como um dos líderes do esquema de descontos irregulares sobre aposentadorias e pensões; Antunes está preso.

Além de Lulinha, Gaspar solicitou a oitiva do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e de outros investigados na nova etapa da Operação Sem Desconto, que busca aprofundar apurações sobre o suposto prejuízo bilionário a beneficiários do INSS.

Com informações de Direita Online