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Eduardo Bolsonaro diz que tarifas e sanções dos EUA continuam após encontro Lula-Trump

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que nenhuma medida concreta foi revertida após a reunião de 27 de outubro de 2025 entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em publicação na rede social X nesta segunda-feira (27), o parlamentar pontuou que “nem a tarifa tiraram”, em referência ao imposto de 50% aplicado por Washington sobre produtos brasileiros. A alíquota foi apelidada por ele de “Tarifa-Moraes”, numa crítica ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Eduardo também lembrou que continuam em vigor os cancelamentos de vistos de autoridades brasileiras e as sanções impostas ao país com base na Lei Magnitsky. Segundo o congressista, ele jamais solicitou a adoção de tarifas, mas elas teriam sido resultado de “comportamento autoritário das instituições brasileiras”.

No mesmo texto, o deputado, que reside nos Estados Unidos, encerrou com o apelo: “anistia já”.

Ação no STF e críticas ao governo

Eduardo Bolsonaro responde, no Supremo, a processo por suspeita de coação no curso de investigação. A denúncia afirma que ele articulou possíveis punições a autoridades brasileiras para obter decisões favoráveis a si e a aliados, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Enquanto isso, o governo brasileiro tenta negociar a suspensão da tarifa de 50% aplicada por Trump. A aproximação entre Lula e o mandatário norte-americano foi elogiada por setores da esquerda e recebeu críticas da oposição, que insiste na falta de “avanços concretos”.

Com informações de Gazeta do Povo