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Cessar-fogo põe fim a dois anos de guerra em Israel e reféns de 37 países são libertados

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Jerusalém, 13 de outubro de 2025 – Israel viveu um dia de comemoração nesta segunda-feira (13) após o anúncio do cessar-fogo que encerra dois anos de conflito armado na região. O acordo foi alcançado após esforços diplomáticos de Estados Unidos, nações árabes, Turquia e do próprio governo israelense, condicionados à libertação de todos os reféns em poder do Hamas.

Segundo informações divulgadas, pessoas de 37 países estavam entre os sequestrados, incluindo cidadãos da França, Tailândia, Estados Unidos, Ucrânia, Rússia, Reino Unido, Nepal, Alemanha, Argentina, Canadá, Romênia, Portugal, China, Filipinas, Áustria, Itália, Bielorrússia, Peru, África do Sul, Chile, Turquia, Espanha, Colômbia, Camboja, Austrália, Honduras, Azerbaijão, Suíça, Irlanda, Hungria, México, Holanda, Uruguai, Paraguai, Tanzânia e Sri Lanka.

O grupo libertado também contava com quatro brasileiros – três naturais do Rio de Janeiro e um do Rio Grande do Sul. Entre as vítimas do conflito havia judeus, cristãos, muçulmanos, budistas e pessoas sem vínculo religioso.

Perdas do Hamas e pressão internacional

Fontes ligadas às negociações afirmam que a morte de mais de 30 mil combatentes do Hamas, o enfraquecimento de aliados regionais e a pressão de governos estrangeiros foram decisivos para que a organização aceitasse devolver os reféns e aceitar o cessar-fogo.

O confronto, iniciado em 2023, foi descrito como uma ofensiva articulada pelo Hamas contra Israel, adotando táticas que miravam civis e provocando reações militares severas nas áreas controladas pelo grupo.

Reação em Israel

Com o fim das hostilidades, famílias israelenses lotaram ruas e praças para celebrar a paz provisória. Em declarações públicas, líderes religiosos e comunitários pediram que o acordo seja mantido e que palestinos também se vejam livres de novas ondas de violência.

Embora o cessar-fogo represente alívio imediato, autoridades internacionais alertam que a estabilidade da região dependerá do cumprimento das cláusulas acertadas e da reconstrução de áreas devastadas ao longo dos últimos 24 meses.

Com informações de Pleno.News