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Analista classifica cessar-fogo em Gaza como revés para adversários de Donald Trump

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O cientista político Lawrence Maximus afirmou que o acordo de cessar-fogo em Gaza, anunciado em 14 de outubro de 2025, representa “uma péssima notícia” para grupos contrários ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump. A avaliação foi publicada em artigo de opinião no portal Pleno.News, no qual o autor credita o desfecho da crise à postura considerada “forte” do republicano.

No texto, Maximus compara o momento atual com eventos recentes, como a retirada norte-americana do Afeganistão, a invasão russa à Ucrânia e o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro, todos ocorridos durante o governo Joe Biden. Para o analista, esses episódios seriam consequência da “fraqueza” dos líderes ocidentais.

O autor recupera uma frase do ex-presidente Ronald Reagan — “A fraqueza é um convite à agressão” — para sustentar a crítica ao Partido Democrata, à imprensa progressista e a governos alinhados à esquerda, incluindo a administração brasileira de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Maximus, o êxito no resgate de reféns em Gaza reforça a necessidade de líderes com “firmeza”, atributo que ele associa a Trump.

No artigo, o pesquisador elenca diversos grupos que, em sua visão, saem derrotados politicamente com o cessar-fogo: dirigentes democratas como Joe Biden e Kamala Harris, veículos de mídia progressistas, políticos “comunaglobalistas”, militantes anti-Israel, judeus progressistas nos EUA e o governo brasileiro.

Lawrence Maximus é mestre em Ciência Política, especialista em Oriente Médio e professor universitário. Ele já havia publicado, em 20 de janeiro deste ano, um texto no qual defendia que “o mundo precisa de Donald Trump”.

Com informações de Pleno.News