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Líderes globais celebram avanço inicial do plano de paz Israel-Hamas articulado por Trump

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A divulgação, na noite de quarta-feira (8), da primeira etapa do plano de paz mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre Israel e Hamas, provocou reações de apoio em diversas capitais. Governos da América do Sul, Europa, Ásia e Oceania classificaram o acordo como um passo decisivo para encerrar dois anos de conflito na Faixa de Gaza.

América do Sul

O presidente da Argentina, Javier Milei, felicitou Trump por aquilo que chamou de “acordo histórico” e anunciou, na rede social X, que assinará a indicação do norte-americano ao Prêmio Nobel da Paz. Milei, aliado de primeira hora do republicano no continente, afirmou que “qualquer outro líder com conquistas semelhantes já teria recebido o prêmio”.

Europa

No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer pediu implementação “imediata” da fase inicial, destacando a necessidade de remover restrições à ajuda humanitária para Gaza. Em viagem oficial à Índia, o premiê agradeceu os esforços diplomáticos de Egito, Catar, Turquia e EUA.

O chanceler Friedrich Merz, da Alemanha, descreveu o entendimento como “encorajador” e capaz de oferecer “nova esperança” a reféns, familiares e civis da região. Ele apelou para que todas as partes cumpram os compromissos e “abram caminho para uma paz duradoura”.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, saudou o cessar-fogo e enfatizou que a União Europeia seguirá apoiando o envio “rápido e seguro” de auxílio humanitário a Gaza.

Na Itália, a primeira-ministra Giorgia Meloni atribuiu a Trump o mérito de “abrir caminho” para o cessar-fogo, a libertação de reféns e a retirada israelense das áreas definidas no acordo. Ela também se ofereceu para colaborar com a reconstrução e o desenvolvimento de Gaza.

O presidente Emmanuel Macron, da França, manifestou “enorme esperança” com o avanço diplomático e solicitou que todos os envolvidos respeitem “rigorosamente” as cláusulas acertadas.

Oceania

O governo da Austrália elogiou a exclusão do Hamas de qualquer futuro papel administrativo em Gaza e reafirmou apoio a uma “solução de dois Estados justa e duradoura”. Para Camberra, ainda há um “longo caminho” até a recuperação total do enclave e a consolidação da paz.

Após o anúncio, Trump declarou que a libertação de reféns começará nos próximos dias e que um programa internacional deverá financiar a reconstrução de Gaza. As próximas etapas do plano incluem a retirada gradual das Forças de Defesa de Israel e negociações sobre a governança do território.

Com informações de Gazeta do Povo