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Washington justifica sanções a Alexandre de Moraes e aliados como defesa de “interesses nacionais”

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Washington (22.set.2025) – O governo dos Estados Unidos declarou nesta segunda-feira (22) que as penalidades impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, à esposa dele, Viviane Barci de Moraes, a aliados e a um instituto vinculado à família visam diretamente “proteger os interesses nacionais” norte-americanos.

Em publicação na rede X, o Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental, órgão do Departamento de Estado, afirmou que continuará a “proteger nossos interesses nacionais, mirando aqueles que apoiam e dão suporte” ao magistrado brasileiro.

Mais cedo, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), do Departamento do Tesouro, incluiu Viviane Barci de Moraes e o Instituto de Estudos Jurídicos Lex – fundado por Alexandre de Moraes em 2000 – na lista de sancionados pela Lei Magnitsky, ferramenta utilizada por Washington contra estrangeiros suspeitos de violações graves de direitos humanos.

Com a medida, todos os bens e ativos de Viviane e do instituto em território norte-americano foram bloqueados. Ela também está proibida de realizar qualquer transação com empresas ou cidadãos dos EUA, o que inclui a utilização de cartões de crédito emitidos por bandeiras americanas.

As novas restrições ampliam a pressão iniciada em julho, quando Alexandre de Moraes foi acusado pelo governo dos EUA de abuso de direitos humanos, entre eles detenção arbitrária e violações à liberdade de expressão.

Com informações de Gazeta do Povo