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Pastor questiona conteúdo de “Guerreiras do K-pop”, animação infantil da Netflix

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São Paulo, sexta-feira (29) – Fernando Ortega, fundador do ministério cristão “Não Morda a Maçã”, usou as redes sociais para criticar a animação “Guerreiras do K-pop”, recém-lançada pela Netflix e já incluída entre os 10 títulos mais assistidos da plataforma no Brasil.

Em vídeo publicado no Instagram, Ortega afirmou que a produção infantil promove “pecado e manifestações demoníacas”. Ele analisou trechos da música tema do desenho e questionou a classificação indicativa de 10 anos. “Achou forte? Achou pesado? A restrição de idade é de 10 anos, mas o seu filho pode estar assistindo e você não sabe”, declarou.

Discipulado e presença dos pais

O líder explicou que seu objetivo não é apenas advertir sobre o desenho, mas destacar a responsabilidade dos pais no discipulado dos filhos. “Não dá para você querer restringir o que seu filho assiste se você mesmo não passa tempo com ele, brincando, conversando, ouvindo”, disse. Segundo Ortega, a presença dos pais é “essencial para a segurança emocional, formação de valores e fortalecimento da identidade” das crianças.

Ele acrescentou que o investimento de tempo em casa pode influenciar a vocação futura dos filhos: “Você pode estar cuidando de um futuro evangelista, pastor ou missionária, mas isso depende do cuidado que você tem com ele hoje”.

Análise da MovieGuide

O site MovieGuide, especializado em críticas cinematográficas sob perspectiva cristã, também avaliou “Guerreiras do K-pop”. De acordo com a plataforma, a trama se baseia na mitologia coreana, combinando elementos metafóricos e literais.

Na história, as idols Rumi, Zoey e Mira formam a banda Huntrix e utilizam seus cantos para reforçar uma barreira sobrenatural que impede demônios de capturar as almas dos fãs. O antagonista principal é Gwi-Ma, descrito como uma representação de Satanás: ele mente, manipula e envia demônios para “sugar” almas humanas.

Após analisar conteúdo, violência e linguagem, a MovieGuide concluiu que o filme “não é adequado para crianças” e que seu público-alvo são jovens adultos. O relatório aponta “forte visão de mundo pagã” e recomenda cautela a pais e espectadores sensíveis.

Com informações de Guiame