Em 22 de agosto de 2025, a psicóloga e colunista Marisa Lobo publicou no portal Pleno.News um texto em que defende o pastor Silas Malafaia depois do vazamento de um áudio privado enviado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A gravação, divulgada pela Polícia Federal, contém termos como “cacete”, “babaca” e “merda”, usados por Malafaia durante conversa particular.
No artigo, a autora sustenta que o episódio estaria sendo explorado para “descredibilizar” o líder evangélico. Ela alega que o áudio tinha caráter estritamente pessoal, não se tratava de uma pregação pública, e que o vazamento teria como objetivo “calar a voz profética” do pastor, que costuma criticar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e pedir anistia para investigados em inquéritos envolvendo apoiadores de Bolsonaro.
Marisa Lobo afirma ainda que, ao longo da história bíblica, figuras religiosas utilizaram linguagem contundente em momentos de confronto. Como exemplos, ela cita passagens com Jesus Cristo, João Batista, o apóstolo Paulo, além de profetas como Elias, Isaías, Amós e Jeremias. Segundo a colunista, tais referências mostram que a “firmeza profética” nem sempre é acompanhada de palavras suaves.
Para a autora, a polêmica em torno dos termos empregados por Malafaia revela “hipocrisia” de críticos que, em sua opinião, ignoram “abusos de poder” e “perseguição religiosa” no país. Ela conclui que o pastor continua “incomodando os poderosos” e que suas manifestações, ainda que fortes, não invalidam seu ministério.

Imagem: pleno.news
No texto, Marisa Lobo reitera que suas declarações representam sua visão pessoal e não necessariamente a do veículo que publicou o artigo.
Com informações de Pleno.News